quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Efeito de Audiência, Golf e Chimpanzés...

O efeito de audiência é definido, segundo o Dicionário de Psicologia de 2001, como o efeito que espectadores passivos têm em quem desempenha uma tarefa individual. Dependendo da natureza da tarefa, o efeito no desempenho pode ser positivo ou negativo.
A forma como reagimos ao facto de sermos foco de atenção social está diretamente e estreitamente relacionado com o valor que atribuímos à situação. Este significado é o resultado de experiências prévias, de heranças genéticas, em resumo, da nossa personalidade (Tim Grant e Kevindra Dajee, 2002; Liad Uziel, 2006).

Num estudo efetuado no golf, verificou-se que, em média, os jogadores que realizaram as jogadas sem audiência se aproximaram mais 4,4 cm dos buracos (hole) do que os que estavam a ser observados (Shelley-Tremblay, Shugrue e Line, 2006). Uma vez que os jogadores estavam a ser sujeitos a um eletroencefalograma, estes autores conseguiram perceber que a banda beta (beta 1 e beta 2) se mostrou sensível à presença da audiência. Além disso, em presença da audiência, verificou-se uma assimetria hemisférica, na referida banda beta, mostrando uma maior atividade cerebral no hemisfério esquerdo do que no direito (ver também Saarela, 2000).

O efeito de audiência também noutras espécies animais...
Em casos de agressões severas, e não em agressões leves, a estrutura acústica dos gritos dos chimpanzés difere significativamente caso exista, na audiência, um indivíduo de hierarquia igual ou superior. (Slocombe e Zuberbühler, 2007)
Mais efeitos em breve…

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Utilidade das Apresentações Eletrónicas

Bartsch, R. e Cobern, K. (2003) referem que a eficácia do PowerPoint e de outras apresentações multimédia pode depender da complexidade da apresentação. De facto, vários investigadores têm demonstrado que sons irrelevantes (Moreno & Mayer, 2000), texto interessante mas com formas estranhas (Schraw, 1998) e imagens irrelevantes (Mayer, 2001, p. 113) podem reduzir a compreensão dos conteúdos expostos.

domingo, 30 de outubro de 2011

5 Razões para ler o livro Apresentações Que Falam Por Si

1. Aplicação prática do livro. O leitor encontrará inúmeros exemplos e sugestões que poderá pôr em prática já na sua próxima apresentação.
2. Independência dos capítulos. O livro faz sentido no todo mas, também, em cada capítulo, o que dá uma maior liberdade ao leitor.
3. Consistência científica. As referências que sustentam a obra dão segurança científica a qualquer leitor e constituem pistas para aprofundamento de temas específicos.
4. Atualidade. O livro associa temas atuais como emoções, inteligência emocional, marketing pessoal, estilos de aprendizagem, neuromarketing, entre outros, à arte de bem-fazer uma apresentação. Sem esquecer a importância do retorno do investimento. Inclui, ainda, resultados de um questionário que o Centro Nacional de Qualificação de Formadores, do Instituto do Emprego e Formação Profissional, enviou aos formadores que constam da sua base de dados e ao qual responderam 6845 pessoas. Deste modo, podemos conhecer informações sobre a realidade do país.
5. Plano de Ação. Possibilita uma reflexão séria e orientada sobre as suas necessidades de desenvolvimento, apresentando-lhe um modo simples e eficaz de trabalhar para ser cada vez melhor. 



Índice do Livro Apresentações Que Falam Por Si

Índice

1. Pontos Prévios
1.1. Destinatários e Filosofia
1.1.1. Quem Deve Ler Este Livro?
1.1.2. Este Livro é sobre PowerPoint?
1.1.3. Uma Apresentação é uma Apresentação!
1.1.4. Terei de Saber Fazer uma Apresentação Oral?
1.1.5. Quase Não Há Verdades Absolutas
1.2. Investimento e Retorno
1.2.1. O Custo da Apresentação
1.2.2. O Custo de Uma Má Apresentação
1.2.3. O Retorno
1.3. Experiência, Sustentação Científica e Investigação
2. Pilares do Sucesso
2.1. Importação de Saberes
2.1.1. Inteligência Emocional
2.1.2. Inteligências Múltiplas
2.1.3. Programação Neurolinguística
2.1.4. Neuromarketing
2.1.5. Hemisférios Esquerdo e Direito
2.1.6. Eye Tracking, a Cartografia do Olhar!
2.2. Emoção, Cognição, Memória e Aprendizagem
2.2.1. Modelos de Memória
2.2.2. Estilos de Aprendizagem
2.2.3. Preferências de Aprendizagem
2.2.4. Emoção, Cognição e Aprendizagem
2.2.5. Neurónios Espelho
Checklist
3. O Carteiro Nem Sempre Toca Duas Vezes... 
3.1. Bingo!
 3.1.1. Contexto
3.1.2. Tipo de Intervenção
3.1.3 Duração
3.1.4. Objetivos
3.2. Local e Equipamentos
3.2.1. Características do espaço
3.2.2. Equipamentos Disponíveis
Checklist
4. Semear para Colher
4.1. Destinatários e Objetivos
4.1.1. Conhecer os Participantes
4.1.2. Sente-se no Lugar do Participante
4.2. Conteúdo e Mensagem
4.2.1. Atualização Teórica
4.2.2. Descer à Terra
4.3. Dar Vida à Mensagem
4.3.1. Citações
4.3.2. Factos
4.3.3. Histórias
4.3.4. Metáforas
4.3.5. Estudos de Caso
4.4. Treinar
4.4.1. Espelho Meu, Espelho Meu
4.4.2. 3, 2, 1... Ação!
4.5. A Importância dos Detalhes
Checklist
5. Comunicar Mesmo!
5.1. A Primeira Impressão
5.1.1. Apresentação e Vestuário
5.2.1. Atitude
5.2. Conecte-se
5.2.1. Sinta Prazer
5.2.2. Interesse Genuíno
5.3. Refine a Voz
5.3.1. Principais Parâmetros Vocais
5.3.2. Recursos Verbais e Expressividade
5.3.3. Recursos Não-verbais
5.3.4. Conselhos Práticos
5.4. Conquiste Confiança
5.4.1. Autoconfiança
5.4.2. Relações de Confiança
5.5. Seja um Gestor de Emoções
5.5.1. Dê o Exemplo: Conheça-se!
5.5.2. Dê o Exemplo: Regule-se!
5.5.3. Promova Emoções... com Cuidado
5.6. Não Invente Totalmente a Roda
5.6.1. Estruturas Conhecidas
5.6.2. Apresentadores “Modelo”
5.6.3. Formatos de Apresentações
5.7. Fases da Apresentação
5.7.1. Comece Bem
5.7.2. Desenvolva com Categoria
5.7.3. Termine com Intensidade
5.8. Não Invente Totalmente a Roda, Mas...
5.8.1. Criatividade
5.8.2. Inovação
5.8.3. Audácia
Checklist
6. Diapositivos que “Falam Por Si”
6.1. Para que Serve uma Apresentação Eletrónica?
6.2. Mitos
6.2.1. Sobre Diapositivos
6.2.2. Mitos Pessoais
6.3. Chega de Maus Exemplos, mas Entretanto Aprenda com Eles
6.4. Requisitos Essenciais para Diapositivos de Sucesso
6.4.1. Ponto de Partida
6.4.2. Forma da Apresentação
6.4.3. Sequência e Organização
6.4.4. Conteúdo
6.5. Aplicações e Tecnologia
6.5.1. Aplicações
6.5.2. Tecnologia
6.6. Algumas Questões Práticas
6.6.1. Salvaguarde a sua Felicidade
6.6.2. Pense noutros formatos
6.6.3. Plano E (de Excelência)
6.6.4. Cópias de Segurança
Checklist
7. O Dia da Apresentação!
7.1. Atitude Mental
7.2. Profissionalismo
7.2.1. Antes de Começar
7.2.2. Durante a Apresentação
7.2.3. O que dar à Audiência
7.3. O Previsto e o Imprevisto
7.3.1. Implementar a Estratégia
7.3.2. Lidar com o Imprevisível Previsto
7.3.3. Lidar Mesmo com o Imprevisto
Checklist
8. Depois da Apresentação
8.1. Celebre
8.2. Avalie
8.2.1. Autoanálise
8.2.2. Solicitar Opiniões
8.2.3. Relatório de Avaliação
8.3. Acompanhe
8.3.1. Promova Contactos
8.3.2. Aplique Questionários
8.3.3. Utilize Redes Sociais, Blogues e Wikis
8.4. Capitalizar o Investimento
8.4.1. (Re)Aproveitar o esforço
8.4.2. Comercializar
8.5. Invista em Si
8.5.1. Cuide-se
8.5.2. Faça por Ser Feliz
8.5.3. Forme-se e Informe-se
8.5.4. Renove-se
8.5.5. Arrisque
Checklist
9. Apresentações Específicas
9.1
Professores
9.1.1. Estado da Arte
9.1.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.1.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.2. Formadores
9.2.1. Estado da Arte
9.2.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.2.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.3. Engenheiros
9.3.1. Estado da Arte
9.3.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.3.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.4. Psicólogos
9.4.1. Estado da Arte
9.4.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.4.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.5. Enfermeiros
9.5.1. Estado da Arte
9.5.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.5.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.6. Técnicos Superiores
9.6.1. Estado da Arte
9.6.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.6.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.7. Consultores
9.7.1. Estado da Arte
9.7.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.7.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.8. Gestores
9.8.1. Estado da Arte
9.8.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.8.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.9. Diretores
9.9.1. Estado da Arte
9.9.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.9.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica
9.10. Advogados e Juristas
9.10.1. Estado da Arte
9.10.2. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Oral
9.10.3. Principais Dificuldades Relativas à Apresentação Eletrónica

Plano de Ação
Bibliografia
Índice Remissivo